Mrs. Margot
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    Sei que estamos numa época complicada em relação à pandemia e que há controvérsias em relação à realização de certos eventos, mas eu fiquei agradado que tivessem adiado e não cancelado a Feira do Livro em Lisboa, não só porque é um sector que está claramente em dificuldade mas também porque desde a feira do ano passado que não tenho comprado muitos livros, estava a guardar-me para a feira deste ano. 

    Como sempre pude aproveitar a Hora H, que é a altura que mais gosto de ir devido às promoções de 50% nos livros fora da lei do preço fixo, lançados há 18 meses. No dia que fui estava tudo a cumprir o uso obrigatório da máscara, em relação à distância de segurança nem por isso, mas era muito difícil isso acontecer... Infelizmente uma das coisas que eu gostava de fazer este ano, era dar uma volta pelos stands dos alfarrabistas e não consegui ter tempo para o fazer.

    E desgracei-me um bocado, gastei cerca de 80€ e trouxe para casa 10 livros, estavam todos na minha wishlist e antes de ir para a feira fiz uma lista dos livros e editoras que os publicaram para ser mais rápido, é uma das dicas que posso dar porque 1 hora passa a correr, outra coisa que fiz pela primeira vez este ano e ajuda bastante, fui um pouco mais cedo (antes de começar a Hora H) e fui ao mapa da feira e apontei o número dos stands das editoras onde ia querer comprar e isso poupou-me muito tempo na procura dos stands. 
 


    Desde que o primeiro livro "Nos sapatos de Valéria" da Elísabet Benavent foi lançado que fiquei muito curioso e ficou logo na minha wishlist, sabendo que agora há a serie da Netflix, fiquei ainda com mais curiosidade de ler estes livros que foram publicados pela Suma de Letras, chancela que podemos encontrar no stand da Penguin Random House.


    Não conheço a autora Lucinda Riley, mas vi os livros dela publicados no Brasil e o quão sucesso estavam a ter, pelo que li parece muito o meu género e esta série de "As Sete Irmãs" prendeu logo a minha atenção, estou muito ansioso por lê-la, pelo que reparei já foram publicados em Portugal 4 livros desta série, comprei os dois primeiros volumes.
    "99 Dias" da autora Katie Cotugno é um romance young-adult, um género que gosto muito de ler.
    Estes livros comprem no stand da Zero a Oito que detém a chancela IN Edições pela qual estes livros foram publicados. 


    Tinha um bom número de livros na minha lista da Topseller, o difícil foi escolher, um dos que queria não havia no stand, então optei por estes dois, podem encontrar esta chancela no stand do grupo 20|20 Editora.


    Da editora Nuvem de Tinta comprei o livro "O universo nos teus olhos" da autora Jennifer Niven, depois de já ter lido o "Fala-me de um dia perfeito", estou muito curioso para ler este. 
    Tinha na minha lista dois livros da editora Quinta Essência (stand Leya), um não havia no stand, então comprei o "A Herança Perdida" da autora Katie Agnew.
    "Os meninos que enganavam os nazis" do autor Joseph Joffo entrou para a minha lista assim que soube da adaptação ao cinema, é um tema pela qual me interesso muito, gosto muito de ver os filmes e ler os livros sobre este assunto, ainda não vi o filme porque queria ler o livro primeiro.  


    E pronto, estas foram as minhas compras na Feira do Livro de Lisboa 2020, para o ano há mais (assim esperamos) e que seja já livre desta pandemia, espero que o mercado literário consiga enfrentar mais esta crise, não deixem de comprar livros, de ler... é a melhor forma de viajar sem sair do lugar, de imaginar, sorrir, chorar, aprender... 


Compraram muitos livros este ano?

Mrs. Margot



    Este já era um lançamento muito esperado por mim, já há muito tempo que via as bloggers literárias brasileiras que sigo a tecerem os melhores elogios sobre este livro e quando finalmente foi publicado em Portugal, tive logo que o comprar e ainda bem que o fiz, porque posso começar por dizer que foi a melhor leitura que fiz este ano (até agora).
    O livro "Mil Beijos" da autora Tillie Cole é um lindo romance young-adult, cheia de metáforas bonitas para levarmos para a vida, não quero entrar muito em spoilers porque há uma razão para este livro ser muito bonito, essa razão passa pelo twist, pela razão que a protagonista corta relações com o rapaz que ama... só digo, vale muito a pena ler!


"A vida é frágil. E nessa fragilidade há força. Há amor. A vida é curta. Vive intensamente e ama ainda mais. Vive uma vida bela."


Título em Portugal: Mil Beijos
Título Original: A Thousand Boy Kisses
Autor(a): Tillie Cole
Nº de Páginas: 368
Lançamento: 05/2019
Editora: Quinta Essência

Sinopse:
    Um rapaz.
    Uma rapariga.
    Um elo que se forma num segundo. Um amor que nem o tempo ou a distância poderão destruir, pois é eterno…

    O jovem Rune Kristiansen está de regresso a Blossom Grove, na Georgia. Foi nessa pacata vila que, com apenas cinco anos, conheceu o amor da sua vida: Poppy Litchfield. Foi lá que cresceram juntos, que planearam um futuro a dois. Quando Rune foi obrigado a partir, os jovens trocaram juras de amor eterno. Poppy prometeu esperar… e subitamente, deixou de dar notícias.

    O que terá levado Poppy a remeter-se ao silêncio?
    Como pode ela ter esquecido tudo o que viveram juntos?
    Para poder avançar com a sua vida, Rune está decidido a deslindar o mistério do afastamento de Poppy. E também completar uma estranha e já antiga missão.

    Mas Rune não podia adivinhar que o pior golpe ainda está para vir….

    Depois de ler Mil Beijos, dificilmente irá esquecer o nome da sua autora, Tillie Cole. Vai rir, vai chorar, e vai reviver também o grande amor da sua vida…

______________________________________________

    Tenho lido cada vez menos, não só por causa de não andar com tanta cabeça para isso, como também tive várias leituras frustrantes seguidas, algumas deixadas mesmo a meio (coisa rara em mim), por isso já há algum tempo que não lia um livro tão bonito, que me fizesse chorar tanto.
Valeu a pena esperar pela edição portuguesa e ler uma história comovente.

    O amor de Poppy e Rune é transcendental, parecem duas almas velhas que se encontraram em criança e viveram um amor intenso, um verdadeiro conto de fadas, mas que estava destinado a ser um romance curto... Um afastamento radical provoca sempre questões, mudanças que podem ser irremediáveis, sobretudo na adolescência, nós mudamos, sentimentos mudam, a revolta parece sempre do tamanho do mundo e é difícil perdoar. O Rune mergulha nessa revolta entrando numa escuridão da qual é difícil sair, não percebendo porque Poppy que lhe jurou o amor eterno, de um momento para o outro deixou de comunicar, de dar notícias.
    Mas como nesta vida de karma, tudo o que vai volta, eles voltam a reencontrar-se...

    Os momentos descritos nesta história são completamente irresistíveis, idílicos... as flores de cerejeira, o nascer do sol, o significado dos mil beijos guardados num jarro...

    Não vou desvendar a razão porque Poppy cortou relações e contacto com Rune, porque essa é uma surpresa que o leitor precisa de ter, mas devo dizer que quando eles se reencontram, as feridas deles, tornam-se as nossas feridas... Chorei mesmo muito, houve alturas que tive que parar, deixar as lágrimas rolarem, soluçar mesmo se preciso, abraçar o livro e só depois continuar...

    Um romance young-adult com uma bonita história de amor incondicional, que ultrapassa todas as barreiras, sabendo que para se amar por inteiro tem que se deixar sangrar, sarar e seguir em frente, não é fácil... o livro foi muito lindo.

    E acabo com uma citação que só percebe quem ler o livro:
    “... e o meu coração quase explodiu.”


Boas leituras! =)
Mrs. Margot

    Uma das minhas mais recentes leituras foi o livro “A Todos os Rapazes que já Amei” da autora Jenny Han, primeiro volume de uma trilogia do género young-adult e que recebeu uma adaptação cinematográfica por parte da Netflix.


Título em Portugal: A Todos os Rapazes que Amei (#1)
Título Original: To All the Boys I've Loved Before (#1)
Autor(a): Jenny Han
Nº de Páginas: 272
Lançamento: 11/2014
Editora: TopSeller

Sinopse:
    «Guardo as minhas cartas numa caixa de chapéu verde-azulada que a minha mãe me trouxe de uma loja de antiguidades da Baixa. Não são cartas de amor que alguém me enviou. Não tenho dessas. São cartas que eu escrevi. Há uma por cada rapaz que amei — cinco, ao todo.
    Quando escrevo, não escondo nada. Escrevo como se ele nunca a fosse ler. Porque na verdade não vai. Exponho nessa carta todos os meus pensamentos secretos, todas as observações cautelosas, tudo o que guardei dentro de mim. Quando acabo de a escrever, fecho-a, endereço-a e depois guardo-a na minha caixa de chapéu verde-azulada.
    Não são cartas de amor no sentido estrito da palavra. As minhas cartas são para quando já não quero estar apaixonada. São para despedidas. Porque, depois de escrever a minha carta, já não sou consumida por esse amor devorador. Se o amor é como uma possessão, talvez as minhas cartas sejam o meu exorcismo. As minhas cartas libertam-me. Ou pelo menos era para isso que deveriam servir.»

___________________________________________

    Desde que saiu este livro fiquei logo muito curioso, sobretudo por causa do hype criado entre a comunidade blogueira literária, estava na minha wishlist e decidi comprar a trilogia toda numa boa promoção que apanhei.
    Quando comecei a ler o livro confesso que rapidamente me arrependi de ter comprado a trilogia, porque estava achar o livro demasiado infantil, tonto, sem grande interesse... mas queria lê-lo até ao fim para ter uma opinião mais fundamentada, foi então que a meio do livro eu já estava conquistado, a história foi ficando mais interessante, os personagens foram crescendo em mim e a leitura foi se tornando cada vez mais prazerosa. Graças a deus o arrependimento passou.

    Lara Jean escreveu uma carta para cada paixão (cinco) que teve e guardou-as na sua caixa de chapéus, eram cartas destinadas a ficarem guardadas para ela, como uma despedida das suas paixões platónicas... só que um belo dia a sua irmã mais nova decide enviar as cartas a cada rapaz e Lara Jean terá que lidar com o confronto de cada um. 
    Um dos seus crushes é o Josh, recente ex-namorado da sua irmã, para evitar o confronto com ele, decide fingir um namoro com Peter K (outro remetente das suas cartas), o namoro dele acabou recentemente, a sua ex-namorada Genevieve trocou-o por um rapaz da Universidade e o namoro falso com Lara Jean ajudará a provocar ciúmes nela.
    O que Lara Jean não estava a contar é que ambos os rapazes começassem a prestar atenção nela e com a proximidade deles, ela terá que decidir para qual o seu coração pende mais. E se para dificultar ainda mais a situação, outro rapaz dos cinco venha baralhar tudo?

    Uma leitura muito querida, fofinha, adorável, a história é jovem, flui muito bem, é rápida de se ler e gostei tanto que quando acabei o livro, tive que começar logo a ler o segundo volume.



To All the Boys I've Loved Before 


8/10

    Em relação à adaptação eu confesso que para não variar eu gostei mais do livro, mas não foi assim uma adaptação muito decepcionante, a escolha dos actores foi boa, a história conta o principal e é um bom filme para ver numa bela tarde de cinema, com umas pipocas ou outro snack, uma boa companhia ou sozinho, um filme do género romance e young-adult gostoso de se ver.
    É daqueles filmes que provavelmente repetiria pela sua leveza.

    Confesso que em relação aos actores, a actriz que faz de Lara Jean é até semelhante àquilo que tinha imaginado, já em relação aos rapazes, idealizei-os mais bonitos (eheh), mas mesmo assim não desgostei dos actores escolhidos porque se calhar tinham uma aparência mais "real", as irmãs de Lara Jean e o pai não têm nada a ver com o que eu tinha imaginado.

    Netflix já está a tratar da adaptação do segundo volume e eu estou muito curioso para ver.


Boas leituras e bons serões! =)
 Mrs. Margot

    Tinha este livro cá por casa, que ofereceram ao namorado, fiquei curioso com o título deste livro, "A Rapariga que Lia no Metro" da autora Christine Féret-Fleury, há livros que podem ser uma verdadeira surpresa, mas não é o caso deste, foi uma desilusão.



Título em Portugal: A Rapariga que Lia no Metro
Título Original: La Fille qui lisait dans le métro
Autor(a): Christine Féret-Fleury
Nº de Páginas: 168
Lançamento: 11/2017
Editora: Porto Editora

Sinopse:
    De segunda a sexta-feira, sempre à mesma hora matutina, Juliette apanha o metro em Paris. Nesse caminho diário e rotineiro para um emprego cada vez mais rotineiro, a viagem na linha seis é a única oportunidade de que Juliette dispõe para sonhar.

    Aos poucos, essa necessidade espelha-se na observação dos demais passageiros, pelo menos, daqueles que leem: a velha senhora que coleciona edições raras, o ornitólogo amador, a rapariga apaixonada que chora sempre na página 247. Com curiosidade e ternura, Juliette observa-os como se, pelas suas leituras, lhes adivinhasse as paixões, e a diversidade das suas existências pudesse dar cor à sua vida, tão monótona e previsível.

    Até ao dia em que, seguindo um impulso invulgar, decide descer duas estações antes da paragem habitual - e esse gesto, aparentemente inocente e aleatório, acabará por se tornar o primeiro passo de uma experiência completamente alucinante e tão perturbadora quanto a de Alice no País das Maravilhas.

_____________________________________________


    Este livro partia de uma ideia muito interessante, mas autora acabou por se divagar em vários assuntos sem nunca aprofundar nenhum deles e acabou por perder a mão a uma ideia que podia ter resultado muito bem.

    A ideia que mais gostei foi sem dúvida os "passadores", pessoas que iam buscar livros ao escritório de Soliman e os entregam a pessoas aleatórias, que após analisa-las lhes entregam um livro que achavam que ia ter alguma importância na vida delas ou que podia ser do gosto delas. Juliette, reparava nos livros que as pessoas liam no metro, descobre por acaso o escritório dos "passadores" e passa também ela a passar os livros para outras pessoas. E é só isto que o livro fala dentro desta temática que podia ter sido tão aprofundada.

    Outra questão interessante era saber qual a história da vida de Soliman e da sua querida filha Zaide, imigrantes em França, mas mais uma vez a autora não revelou grande coisa. 

    Este livro está cheio de referências a outros livros, os apaixonados por literatura vão gostar bastante disso. 

    Toda esta história é uma aventura de Juliette que infelizmente também não se sabe muito sobre ela, apenas se sabe que fazia um trabalho que não gostava e era apaixonada por livros. 

    A ideia deste livro até era muito boa, infelizmente espremida não houve grande história. A autora divaga bastante e não aprofunda nada. É natural que ao ler este livro nos percamos várias vezes sem saber para que rumo a história nos aponta.



Boas leituras! =)
Mrs. Margot
    Eu sou um grande fã dos filmes do Harry Potter, já vi e revi-os algumas vezes e confesso que antes de me tornar um leitor assíduo nunca tive grande curiosidade em ler os livros, muito por causa do hype que todos lhes davam, lembro-me bem da loucura dos adolescentes na minha pré-adolescência e adolescência, muitas vezes esperavam pelos lançamentos à meia-noite, iam para as filas enormes, os livros esgotavam depressa e como sempre fui um pouco do contra, quando todos liam e ficavam viciados, eu tentava ignorar, mas os filmes conquistaram-me logo. 
    Quando me tornei num leitor mais voraz os livros da autora J. K. Rowling ficaram logo na minha wishlist e finalmente tive a oportunidade de ler pela primeira vez, shame on me, o primeiro volume da saga Harry Potter, Harry Potter e a Pedra Filosofal. 


Título em Portugal: Harry Potter e a Pedra Filosofal
Título Original: Harry Potter and the Philosopher's Stone
Autor(a): J. K. Rowling
Nº de Páginas: 260
Lançamento: Reedição 2016
Editora: Editorial Presença
     



    Não vou mentir a dizer que não esperava mais do livro, esperava, mas também acredito que para quem leu o livro antes de assistir ao filme deve ter tido uma experiência bem diferente, e difícil partir para os livros sem já ter a imagem definida da história e todos os personagens.
    Sobre a história não há muito a dizer, já todos conhecem e devo dizer que fiquei muito surpreendido porque acho que este primeiro livro foi muito bem adaptado, todas as personagens foram incrivelmente bem conseguidas, os cenários, Hogwards, tudo o que é descrito podemos facilmente vê-lo no filme e eu gostei muito desta leitura, apesar de ter demorado a prender-me, quando chegou a meio eu já estava rendido, é uma leitura bastante fluída e prazerosa, até mesmo viciante.
    Quero muito ler o segundo volume, quero comprar estas edições especificas porque elas formam com a lombarda dos livros, o Castelo de Hogwards, acho um verdadeiro amor.



Boas leituras! =)
Mrs. Margot



    Uma das minhas recentes leituras era um livro que estava na minha wishlist há já algum tempo, desde que o vi lançado na sua versão brasileira, é ele o livro “A Lógica Inexplicável da Minha Vida” de Benjamin Alire Sáenz é uma história dentro do género young-adult.


Título em Portugal: A Lógica Inexplicável da Minha Vida
Título Original: The Inexplicable Logic of My Life
Autor(a): Benjamin Alire Sáenz
Nº de Páginas: 400
Lançamento: 09/2017
Editora: TopSeller

    Confesso que parti para este livro com uma ideia bastante errada, as pessoas que me foram vendendo a ideia do livro é algumas resenhas que vi, diziam ser um romance young-adult lgbt e não podia estar mais longe da verdade, a única coisa que confere é ser mesmo young-adult, este livro não é um romance e não é um livro lgbt, a personagem principal é heterossexual, de lgbt apenas tem o seu melhor amigo e pai que são gays, facto que na minha opinião é completamente irrelevante.


"Só porque o meu amor não é perfeito, não quer dizer que não te ame."

    Sobre este livro ser um romance, pois não é, mas o tema geral é o amor, não de casal, mas os mais diversos amores incondicionais, amor entre pai e filho, amor de família, amor entre amigos e a superação das perdas, Salvador, Sam e Fito são 3 amigos que ao longo do livro vão ter isso em comum, a perda de um ente querido muito importante nas vidas deles e a história mostra-nos como precisamos das pessoas que nos amam para ultrapassar os tempos mais difíceis. Destaco desta história a linda e maravilhosa relação que o Salvador tem com a sua família adoptiva, sobretudo com o seu pai e avó.


    É um livro muito querido que conseguiu arrancar-me algumas lágrimas e que vale muito a pena, tem uma edição muito bonita, os capítulos são muito pequenos e é escrito praticamente em forma de diário pela voz do Salvador, é uma leitura rápida e bastante fluída que me agradou muito.   
    Esta história também conta com a cultura mexicana como pano de fundo, o que para mim acaba por ser sempre uma característica deliciosa de se ler, quando é inserida aos poucos sem dar um excesso de informação, tal como felizmente acontece neste livro.
     



Boas leituras! =)
Mrs. Margot

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Tiago Cripton Marques
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Mrs. Margot foi uma personagem fictícia criada para este blogue, inspirada no papel do Robin Williams no filme Mrs. Doubtfire.

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