Tinha este livro cá por casa, que ofereceram ao namorado, fiquei curioso com o título deste livro, "A Rapariga que Lia no Metro" da autora Christine Féret-Fleury, há livros que podem ser uma verdadeira surpresa, mas não é o caso deste, foi uma desilusão.
Título em Portugal: A Rapariga que Lia no Metro
Título Original: La Fille qui lisait dans le métro
Autor(a): Christine Féret-Fleury
Nº de Páginas: 168
Lançamento: 11/2017
Editora: Porto Editora
Sinopse:
De segunda a sexta-feira, sempre à mesma hora matutina, Juliette apanha o metro em Paris. Nesse caminho diário e rotineiro para um emprego cada vez mais rotineiro, a viagem na linha seis é a única oportunidade de que Juliette dispõe para sonhar.Aos poucos, essa necessidade espelha-se na observação dos demais passageiros, pelo menos, daqueles que leem: a velha senhora que coleciona edições raras, o ornitólogo amador, a rapariga apaixonada que chora sempre na página 247. Com curiosidade e ternura, Juliette observa-os como se, pelas suas leituras, lhes adivinhasse as paixões, e a diversidade das suas existências pudesse dar cor à sua vida, tão monótona e previsível.
Até ao dia em que, seguindo um impulso invulgar, decide descer duas estações antes da paragem habitual - e esse gesto, aparentemente inocente e aleatório, acabará por se tornar o primeiro passo de uma experiência completamente alucinante e tão perturbadora quanto a de Alice no País das Maravilhas.
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Este livro partia de uma ideia muito interessante, mas autora acabou por se divagar em vários assuntos sem nunca aprofundar nenhum deles e acabou por perder a mão a uma ideia que podia ter resultado muito bem.
A ideia que mais gostei foi sem dúvida os "passadores", pessoas que iam buscar livros ao escritório de Soliman e os entregam a pessoas aleatórias, que após analisa-las lhes entregam um livro que achavam que ia ter alguma importância na vida delas ou que podia ser do gosto delas. Juliette, reparava nos livros que as pessoas liam no metro, descobre por acaso o escritório dos "passadores" e passa também ela a passar os livros para outras pessoas. E é só isto que o livro fala dentro desta temática que podia ter sido tão aprofundada.
Outra questão interessante era saber qual a história da vida de Soliman e da sua querida filha Zaide, imigrantes em França, mas mais uma vez a autora não revelou grande coisa.
Este livro está cheio de referências a outros livros, os apaixonados por literatura vão gostar bastante disso.
Toda esta história é uma aventura de Juliette que infelizmente também não se sabe muito sobre ela, apenas se sabe que fazia um trabalho que não gostava e era apaixonada por livros.
A ideia deste livro até era muito boa, infelizmente espremida não houve grande história. A autora divaga bastante e não aprofunda nada. É natural que ao ler este livro nos percamos várias vezes sem saber para que rumo a história nos aponta.
Boas leituras! =)
Mrs. Margot
















































































